3 de dezembro de 2013

Férias: Conversa entre as Embaixadoras do Brincar da Fisher-Price e a especialista Teresa Ruas.

Como Embaixadora do Brincar da Fisher-Price, participei de uma dinâmica bem bacana e dessa vez o tema foi férias! Eu amo férias, principalmente porque, por aqui, as férias da família toda coincidem!

As férias começam e nós mamães criamos a ilusão de que vamos descansar, certo?? Dá sim para dar uma descansada, mas é preciso muito planejamento para que a família possa curtir e também ter um descanso merecido! 

Na dinâmica proposta pela Fisher-Price, eu deveria fazer uma pergunta pra Angi do Blog Mãe de Guri e depois que ela me respondesse, a especialista em desenvolvimento infantil e consultora da marca, Teresa Ruas faria alguns comentários. E ficou assim, vamos ler??

Minha Pergunta: Angi, aqui tento dividir as férias entre passeios só do casal e passeios com a Luna. Mas acabamos mais envolvidos nos passeios com a Luna. Quais as dicas que você daria para um casal aproveitar as férias com e sem filhos? E como você divide suas férias, tenta fazer algo parecido ou programa todas as atividades em família?

Resposta da Angi: Bem, as férias da família são super esperadas e programadas, com passeios que todos possam se divertir, até porque o dia a dia é tão corrido, que muitas vezes nem conseguimos curtir o filho e marido tanto quanto gostaríamos. Sou mãe em tempo integral, dona de casa, e blogueira nas horas vagas, atualmente estou 24 horas com o Antônio, mas percebo no Augusto, e sei que acontece com pais e mães que passam o dia todo no trabalho, à vontade de curtir mais o filho. É nas férias que eles podem realizar este desejo. 

Nosso plano nas próximas férias é estarmos os quatro juntos, em algum lugar agradável junto da natureza, onde eu possa também me desligar da rotina de vida de mãe e dona de casa... Por outro lado, acho essencial para a felicidade no casamento, a possibilidade de “curtir a dois alguns dias”. 

Tenho o exemplo dos meus avós que acabaram de comemorar 65 anos dede casados – um relacionamento maravilhoso. Eles tem 9 filhos e hoje,muitos netos e bisnetos. Os dois trabalhavam fora, mas tinham como norma de vida que as férias e os fins de semana eram para a família. E a cada dois meses pelo menos, tiravam o fim de semana para uma pequena viagem do casal. Eles contavam com o auxílio dos parentes para poderem sair descansados, deixando a turma em casa, mas priorizavam isso e organizavam-se para dar tudo certo. 

Atualmente não conto com ajuda de parentes. Meus pais moram longe, só quando estão em POA, ficam com o Antônio para fazermos um “programinha de casal”. A minha dica é se tiver alguém de confiança para deixar o(s) filho(s), nem que por 2 dias, aproveitar e se planejar para que faça parte da rotina do casal e da família!

Comentários e dicas da Teresa Ruas: Como mãe, mulher e especialista em desenvolvimento infantil, posso afirmar que cada família, casal e contexto familiar (aqui estão os avós, os tios, os primos, entre outros) se organizam de uma maneira. E por isso (ainda bem!), não é possível listar as melhores e oiores alternativas para pais e filhos. E é por isso que, a realidade vivida em cada ano, influenciará diretamente na escolha de “como passaremos as férias”. 

Na minha experiência de vida e de maternidade, atualmente e após 6 meses de internação em uma uti neonatal com minha filha, eu e meu marido não conseguimos pensar ainda em férias sem a nossa pequena. A nossa felicidade como casal só está completa quando estamos com Maitê Maria. Não sei qual será a nossa necessidade e/ou sentimento o ano que vem, daqui três anos e, assim por diante...


Portanto, o contexto vivido será o fator norteador das escolhas (atividade em tempo integral em família, momento só com o casal, a possibilidade de ajudas familiares, entre outras). Independente da escolha, o mais importante é que os envolvidos estejam felizes, pois é justamente o bem estar emocional que une ainda mais os pais, os filhos e o casal em si.

***

E aí, gostaram? Eu adoro essa dinâmica porque é sempre bom ler as diferentes opiniões a respeito de um mesmo assunto! Quer acompanhar o que as outras blogueiras falaram sobre férias?? Acesse também o blog Roteiro Baby e o Test Drive Mami.

Beijão.
Até o próximo post!


27 de novembro de 2013

Eu escolhi amamentar!

Eu amamentei por uma escolha, não foi por moda! Incentivo pra amamentar? Não tive quase nenhum. Ao contrário, recebi muito desencorajamento. Como amamentei em livre demanda, as pessoas achavam um absurdo (oi?) a MINHA filha ficar no MEU peito quase o dia inteiro. Esse papo de que amamentar é um ato de amor, parece que não convence muita gente. Até porque amamentar não é só isso! Amamentar é um ato consciente de uma mãe que ama seu filho! Amamentar é proteção da saúde. 

Eu me informei muito sobre amamentação, sobre seus benefícios, sobre as dificuldades, sobre melhores posições... na verdade, procurava pela internet relatos de mães que estavam vivendo ou já tinham passado pelo mesmo que eu. Foi muito díficil o início da amamentação e eu buscava incentivo para não desisitir. E nessa hora, os blogs maternos me ajudaram bastante! Não lia revistas e nem livros sobre amamentação, procurava respostas e conforto nos blogs maternos!

Mas na verdade, como já contei no post "Amamente: é prático, rápido e não custa nada!", minha maior motivação para insistir na amamentação foi a praticidade. O financeiro pesou também. Mas oferecer o peito na hora do fome, ao invés de preparar leite e carregar coisas por aí, me pareceu muito mais fácil! E foi  bem fácil depois que peguei o jeito. Foi preciso muita insistência, muita mesmo! Eu quase não saia de casa porque Luna, até conseguir fazer a pega correta, chorava uns 20 minutos. Era um ajeita daqui, um ajeita dali, até que a gente acertava. Depois, pra trocar de peito, o mesmo sufoco!

Critico as campanhas de amamentação, porque elas não mostram a parte difícil que é amamentar. Parece que é tudo lindo e mágico, mas quem amamenta sabe que não é bem assim! De início, busquei um lugar tranquilo e calmo para amamentar, mas quando um bebê mama em livre demanda, ou seja, sempre que sente vontade, se você amamenta sempre no quarto, como foi o meu caso, acaba ficando muito isolada. Então, comecei a amamentar em todo lugar e procurava me distrair para não achar que estava sendo "prisioneira" da minha bebê. Essa foi a época que mais assisti tevê na vida! Me viciei em programas de decoração e também sobre maternidade. Vi novela também, "Caminho das Índias" e "Viver a Vida" tiveram minha audiência garantida quase todos os dias!

"Não se prenda a modelos! Enquanto você amamenta, nem sempre o cenário será lindo, mágico e ensolarado. E nem sempre você estará sorrindo. Encontre a sua melhor maneira de amamentar seu filho! Só você poderá fazer isso! Amamente, não desista! E se quiser amamentar pelada, eu recomendo!"

(post publicado em 2 de agosto de 2013 pela Semana Mundial do Aleitamento Materno)

Não quero dar conselhos, nem dizer que você, leitora, deve fazer exatamente o que fiz. Mas eu quero te incentivar, te dar apoio e te ajudar! Amamente sempre! Até quando você achar que deve! Hoje, Luna tem 4 anos e não mama mais. Como contei no post "Amamentação: Eu quase venci essa batalha!", eu pretendia amamentá-la até os dois anos de idade. Hoje, já penso diferente, a deixaria mamar até quando ela quisesse parar. Mas eu ouvi um conselho infeliz e decidi desmamá-la com 1 ano e oito meses! Então, se você me permite dar um conselho (Ok, eu disse que não daria conselhos), não ouça conselhos que não combinam com aquilo que você acredita! Amamentação não está na moda. como divulgou uma revista que se diz para pais e filhos. Amamentação é questão de saúde!


Amamentação não é só uma ato de amor! É uma ato consciente de uma mãe que ama seus filhos!
(clica aqui para acessar os créditos da imagem)

Beijão! Até o próximo post! E que ele seja próximo mesmo!

1 de novembro de 2013

A criança pequena, o O.B e explicação de uma não mãe! (ainda)


Poderia ter sido uma saia justa, mas não foi. Esse episódio aconteceu numa escola onde trabalhei por quase 10 anos e foi durante o café da manhã no refeitório, muitas professoras presentes e  mais filha de uma delas. É muito comum uma professora levar as crias pra escola, eu já levei Luna diversas vezes.

Mas a menina em questão, filha da professora que hoje já não trabalha mais comigo, devia ter uns 4 anos, não me lembro bem, pois isso aconteceu há uns 8 anos mais ou menos. Recentemente, a encontrei no Facebook, hoje ela tem duas meninas e a protagonista dessa história já deve ter uns 12 anos. Não sei se a menina lembra da história, mas a mãe dela lembra, porque comentamos isso uma outra vez. 


A criança pequena, o O.B e explicação de uma não mãe! (ainda)

(imagem daqui)

Vou tomar café da manhã levando a minha necessarie, pois escovaria os dentes logo depois. A menina senta ao meu lado e pergunta se pode mexer na necessarie, pois era transparente e ela viu que tinha maquiagem. Como não vejo problemas e respeito a curiosidade das crianças, permito que ela mexa. A menina pega batom, pega blush, máscara para cílios e por fim encontra uma caixinha de O.B! Na mesma hora ela pergunta: "Tia, pra que serve isso?"

Eu olhei pra mãe dela e perguntei: "Posso explicar da maneira que eu explicaria pra minha filha?" (nessa época eu nem queria ser mãe!) Ela disse que sim e eu comecei perguntando:

__Você sabe que seu xixi, o meu e o de todas as meninas sai por um buraquinho que a gente tem entre as pernas?

__Sei, sei! O xixi sai pela perereca! (com a Luna chamo de pepeca, hahaha... admiro nossa capacidade em inventar nomes estranhos para vagina) 

__Então, perto desse buraquinho tem um outro, que algumas vezes sai sangue, mas só com as mulheres que isso acontece, de criança não sai sangue nenhum! E pro sangue não manchar a calcinha, as mulheres precisam colocar algo nesse buraquinho que sangra. Eu coloco esse negocio  aí que se chama absorvente interno!

__Mas minha mãe não usa isso! Minha mãe usa outra coisa, ela coloca uma almofadinha!

__Cada mulher usa o que acha melhor, mas você não precisa se preocupar com isso agora. Vai demorar muito pra você precisar usar um desse aí, ok?

A menina ainda deu uma conferida no O.B, apertou, virou e o deixou de lado, perdeu o interesse. O que ela queria mesmo era passar batom, passar sombra, coisas que meninas da idade dela se preocupam, têm curiosidade Acho que iniciar um papo sobre menstruação e absorventes não faria muito sentido pra ela naquela idade. Perguntas assim envolvem uma curiosidade específica e a gente tem que perceber até onde vai o limite dessa curiosidade. 

Tem criança que pergunta só por perguntar. Tem criança que pergunta porque está mesmo interessada no  assunto. E tem ainda a criança que já sabe sobre o que está perguntando e só está testando a nossa resposta! Seja qual for o motivo da pergunta, nunca devemos deixar uma criança sem resposta. Só temos que ter muito cuidado para não ir além na explicação e acabar passando uma informação que a criança ainda não tem capacidade de processar! E ao mesmo tempo, devemos ter o cuidado de não subestimar a inteligência da criança. Às vezes, ela sabe muito mais do que imaginamos! 

Quando conhecemos a criança, aprendi isso sendo professora e depois com a maternidade, fica mais fácil perceber o quanto a curiosidade de uma criança precisa de resposta. Mas quando não conhecemos a criança, devemos ir com muito cuidado para não responder o que ela não precisa saber. Não sei vocês, mas eu adoro essa curiosidade inocente das crianças pequenas. Me divirto com as perguntas da Luna e olha que tem cada uma... um dia volto aqui e conto pra vocês!! Agora me conta: já passou por uma pergunta assim?? Como foi que se virou para responder?? Deixa um comentário contando sua história!!

*Post atualizado: "O que expliquei para Luna quando ela me viu usando um O.B?

Pra mim é tão natural usar esse tipo de absorvente, que uma vez o coloquei (sem querer) na frente da Luna, que tem a mesma idade que a menina da história tinha. E quando ela viu, apesar de eu ter colocado o O.B muito rápido, me perguntou: "Mãe, por que você está colocando isso aí?" E eu expliquei do mesmo jeitinho que expliquei pra filha da minha amiga. É isso. Teoria e prática se encontaram finalmente! Ser mãe na teoria é fácil e ser mãe na prática também pode ser! rs 








* Atenção leitores: esse post não é um publieditorial, citei a marca porque uso o produto há muitos anos. No entanto, não estou aqui incentivando e nem sugerindo que alguém o use também.

30 de outubro de 2013

Hora da Escola: O retorno do choro.

A escola é um lugar que desperta diferentes sentimentos numa criança. Sou professora há 20 anos e a prática tem me mostrado que é muito difícil traçar um perfil de comportamento das crianças no cotidiano escolar! Cada criança é uma criança e se o professor e também a família não tiverem sensibilidade e clareza para enxergarem esse fato, acabarão fazendo da escola o lugar das decepções, das frustrações e não o lugar das conquistas e da socialização. As crianças são seres em constante transformação e como a escola é o lugar da novidade, principalmente para as crianças pequenas, viver boas experiências no início da vida escolar permite com que as crianças superem mais facilmente algum problema que venha a acontecer.

Já contei  aqui no post Hora da Escola: Como sebreviver ao choro da criança? o quanto Luna chorou no seu primeiro ano na escola. Foi um sofrimento pra ela e pra mim também. Ela chorou por quase três meses, mas um dia o choro parou, se tornou raro, quase inexistente. Eu imaginava que ele jamais voltaria a fazer parte da nossa rotina, mas ele voltou! E não adianta fugir, o fato é que com ou sem motivo aparente, o choro volta a fazer parte do cotidiano escolar dos pequenos.

Às vezes, o choro aparece por algo que aconteceu na escola e acabou não sendo bem resolvido pela criança. E se ela for muito imatura emocionalmente, sua maneira de se expressar será chorando. O que podemos fazer, sempre com muito cuidado, é investigar. Investigar com a criança, com a professora e até com outras mães para saber se alguma outra criança anda passando pelo mesmo.

Outras vezes, o choro pode aparecer por algo que esteja acontecendo em casa mesmo, na família. Algum fato novo na rotina pode deixar a criança mais sensível e isso pode provocar um sentimento de rejeição à escola. Temos que ter muita sensibilidade e tratar o choro com seu devido cuidado. Porque quando uma criança chora, ela sinaliza que algo está errado e como não consegue se expressar, mesmo sendo uma criança de 4 anos, é dessa maneira que ela consegue pedir ajuda.


(imagem encontrada aqui)

Luna voltou a chorar e dizer que não quer mais ir à escola. Mas eu sei que não aconteceu nada na escola. O real motivo do seu choro se deve ao momento que estamos vivendo em casa. Em todas as vezes que perguntei qual era o motivo do choro, Luna respondeu: "Eu choro na escola porque sinto muita saudade de você!"  Muitas mudanças aconteceram na nossa vida, de agosto pra cá. Contei no post A precoce síndrome do ninho vazio que ela passou a frequentar a escola no horário integral, antes só estudava de manhã. Com esse novo horário da escola, teve que sair da turma de natação que ela adorava, já que agora faz no horário de aula. E também saiu da turma do balé da tarde e passou a frequentá-lo à noite. E ainda, a maior mudança de todas: nos mudamos para um novo bairro há 3 semanas! Estamos ainda organizando o apê novo. O quarto dela ainda não está pronto e isso a tem deixado muito ansiosa e sensível. Tudo muito compreensível já que a minha princesa tem apenas 4 aninhos!

O que fazer? Tanto no caso do choro ter como motivo algo que aconteceu na escola, tanto no caso do motivo ser algo que a criança esteja vivendo em casa, o mais importante a se fazer é conversar. A criança muitas vezes não consegue ou até mesmo não quer contar o real motivo do choro, mas com jeitinho a gente vai perguntando, até descobrir. Só é preciso tomar cuidado para que a criança não aproveite algo que a gente sugeriu e tome aquilo como sua resposta. Vou contar uma coisa que aconteceu com a Luna. Ela chorou muito um dia na escola, a professora questionou e ela não falou. Depois, num outro momento de choro, a professora foi sugerindo coisas e quando perguntou se ela estava chorando porque eu estava viajando, Luna respondeu que sim. Mas eu não estava viajando! Acontece que ela aproveitou aquela sugestão da professora e tomou como o real motivo do seu choro! Por isso, devemos investigar com muita calma e não tomar a resposta da criança como sendo verdadeira. Para minha tranquilidade, se é que posso chamar assim, não é só Luna que chora. Vez ou outra vejo uma criança chorando também na entrada da escola e como professora sei que isso é bastante normal, principalmente nos primeiros anos, quando a criança está aprendendo a lidar com suas emoções e com as novas descobertas.

A escola tira a criança do seu mundo confortável e bem estabilizado e a coloca num mundo ainda novo pra ela. Nesse momento acontece um choque de vivências. Cada criança traz uma bagagem específica do seu mundo particular para esse novo mundo. Uma bagagem que precisa ser respeitada pelo professor. A criança em casa é uma e na escola ela é outra! E isso é normal. Nós adultos também somos assim: no trabalho agimos de um jeito e em casa agimos de outro jeito. A criança pode ser muito resolvida e articulada em casa, com a família e amigos (como é o caso da Luna) e na escola ser mais tímida e retraída. Porque em casa ela tem mais voz e vez que na escola. No ambiente familiar ela não precisa "disputar" com muitas crianças a atenção e o direito de falar como acontece na escola. Demora um pouco, mas a criança acaba construindo sua nova maneira de se relacionar com os outros e acaba construindo também sua personalidade enquanto aluno.

Uma vez, numa conversa com uma mãe de um aluno, ela falou assim pra mim (num tom de voz bem grosseiro): "Não acredito que meu filho tenha feito isso. Você não conhece meu filho!". Eu respirei bem fundo e respondi assim: "A senhora tem toda razão! Eu não conheço nada do seu filho. Mas posso garantir que conheço muito bem o meu aluno!" Ela fez cara de espanto, mas compreendeu o que eu quis dizer, porque mudou o tom de voz e acabou me ouvindo com calma. Contei essa história só pra frisar o meu "conselho". Na hora de ouvir a criança que chora e reclama da escola, tenha bastante cuidado para não tomar como verdade aquilo que ela contou. As crianças de modo geral fantasiam bastante, mas as crianças pequenas fantasiam mais e muitas vezes tomam aquela fantasia como sendo verdade. 

Além de muita conversa, tenho redobrado a minha atenção à Luna. Percebi que estava muito envolvida e dedicando quase todo meu tempo à mudança e depois à organização do novo espaço, que acabei esquecendo que ela precisava mais de mim do que o "normal"! E por isso, ando um pouco sumida do blog e das redes sociais, mas sei que vocês me entendem, né?? Minha rotina louca tem sido assim: trabalho na parte da manhã, resolvo coisas do apê e da minha monografia durante a tarde e à noite me dedico a minha princesinha. Espero que essa fase passe logo e que ela consiga superar tanta coisa nova que aconteceu na sua vida num curto espaço de tempo! É isso, estou cada dia mais aprendendo a ser mãe e fico feliz quando minha experiência enquanto professora tem me ajudado bastante nessa caminhada. E não esquece, se você tá lendo e tem algum conselho ou alguma opinião contrária ou a favor, não deixe de comentar!! Vou ficar muito feliz com seu comentário!



11 de outubro de 2013

Dia das Crianças: Os brinquedos da Fisher-Price preferidos da Luna (4 anos)!

Como embaixadora do brincar da Fisher-Price sempre recebo os grandes lançamentos de brinquedos da marca! Todo mundo sabe da preocupação que a marca tem em produzir brinquedos de qualidade e adequados para cada faixa etária da criança. Muito antes de ser mãe e muito antes ainda de ter marca como parceira do blog, sempre busquei presentear os filhos das amigas com  brinquedos da Fisher-Price. Quando Luna nasceu, não foi diferente, na hora de escolher um brinquedo pra ela, era um da marca que eu escolhia.

Ela cresceu e continua curtindo os brinquedos da marca e apesar dos seus 4 anos (nossa, como cresce rápido!), ela continua brincando com alguns brinquedos que não são mais indicados para sua idade! O que não a impede de brincar com eles, já que as crianças podem dar diferentes usos para os brinquedos. É claro que não estou falando de comprar brinquedo indicado para 4-6 anos e oferecer a um bebê de 9 meses. O que estou querendo dizer é que não vejo nenhum problema em uma criança de 4 anos brincar com um brinquedo indicado para bebês.

O cachorrinho canta e dança aprender e brincar da Fisher-Price, um dos brinquedos preferidos da Luna, é indicado para crianças de 9 - 36 meses, mas crianças de outras idades também se encantam com ele! O importante é a criança brincar com o brinquedo e descobrir outras maneiras de utilizá-lo. Então, minha dica para o dia das crianças é procurar escolher um brinquedo que respeite a faixa etária da criança, mas que também combine com a personalidade dela.

Se você costuma dar presente no dia das crianças, deixo como dica as escolhas da Luna na Fisher-Price:


O Cachorrinho Canta e Dança Aprendrer e Brincar (9-36 meses) ganha vida com movimentos, músicas alegres, dança e muita interação educativa! São dois modos de brincadeira que ajudam o bebê a aprender com músicas, frases, movimentos e jogos. O cachorrinho guia o bebê por meio de movimentos para estimular o desenvolvimento da linguagem e de como seguir direções. E tem muita surpresa para alegrar o bebê-como mover as orelhinhas para cima e para baixo! Funciona com 6 pilhas AA.









Com o Mercadinho Brincar e Aprender (6-36 meses) as crianças vão se divertir e ainda aprender sobre o ABC, alimentos, cores, opostos, cumprimentos e até inglês... com o auxílio de uma interação recompensadora, atividades práticas e acessórios divertidos. Funciona com 3 pilhas AA.





Com a Mickey Mouse Clubhouse Pet Shop da Minnie (a partir dos 2 anos) a diversão vai dominar a brincadeira. Agora com seu próprio Pet Shop, Minnie vai poder cuidar de todos os animaizinhos, inclusive o Pluto. Quando a brincadeira acabar, basta fechar que o Pet Shop que vira uma bolsinha para as meninas levarem para qualquer lugar. Ideal para as pequenas se divertirem e criarem diversas situações com o brinquedo. 










O Xilofone Divertido (a partir dos 2 anos) ncentiva a musicalidade precoce e ajuda as crianças no desenvolvimento de um senso de conquista. E o xilofone é uma maneira fácil de fazer isso! O bastão está ligado ao brinquedo, para que nunca seja perdido. O brinquedo também possui rodinhas, para que as crianças possam levar para onde quiserem! 







Mickey Mouse Clubhouse Iate da Minnie (a partir dos 2 anos) incentiva a imaginação fazendo a criança navegar pelos sete mares junto com a Minnie! Tem elevador para ir para o deck superior e ainda a três andares para diferentes brincadeiras. O andar principal inclui uma piscina em formato de coração, prancha de mergulho e escorregador. O iate da Minnie vem com cinco peças diferentes para brincar: uma figura articulada da Minnie, cadeira, mesa, prancha de surfe e boia.




Essas são as escolhas da Luna que adora música, dança e principalmente o faz-de-conta! Por isso, minha dica é: escolha o brinquedo de acordo com a personalidade do seu filho! Escolhendo o brinquedo certo a diversão será garantida!No site da Fisher-Price você pode buscar o produto por nome ou pela faixa etária e ainda ler uma descrição mais detalhada sobre cada brinquedo! Espero que tenham gostado.
Beijão, até o próximo post!



3 de outubro de 2013

Casais grávidos fotografados em momento de intimidade!

Foto de grávida sempre emociona, né? Ainda mais quando são assim sem poses! E quando além da grávida tem também o parceiro? Romântico demais!  O site stern.de publicou fotos de casais grávidos, fotogrados em momentos de pura intimidade! Confiram que coisa mais linda!!


Selecionei as fotos que achei mais bacanas!!  AQUI tem mais! E aí, gostaram??